Contei um pouco do meu caso com a poesia nesse post.
Essa do post de hoje surgiu na hora de dormir. E não me deixou dormir. Muito cansada, dormi sonhando com seus versos curtos e só hoje três dias depois a escrevo. Não sei se gosto ou não gosto, mas se veio, publico.
Hoje madura,
marcada,
Impura,
Suja,
de sangue, de gozo, de fluido.
Encontrei o amor, o tesão, a loucura, a paixão.
Em nós.
Laranjas Bahia - CATUPIRIGO
Há 14 anos
Uma poeteira! =D
ResponderExcluirNão tenho esse caso de amor com a poesia. Gosto das palavras, da sonoridade de algumas, mas não consigo produzir...Algumas vezes nem refletir muito sobre...Acho que poesia é um próximo estado da alma (Se sente e não se explica). Em uma próxima encarnação, quem sabe? Saudades moça!
Grande poeteira!!!Não adianta, o Silvestre dessa vez acertou,rsrs. Muito legal ,Re. Não vou fazer maiores comentários porque a minha capacidade em relação a poesia é menos 10. Beijo!
ResponderExcluirOlá Renata. Faço minhas as palavras dos colegas acima. Mas não se furte de poetar (de onde tiraram esse verbo, gente? Parece... deixa pra lá!) só porque seus leitores do blog são uma negação no assunto! Confesso que prefiro as colunas (se bem que a palavra "colunista" também nos remeta a um período que... também é melhor deixar pra lá!). Aliás, por falar em coluna, a desta semana estava muito bem escrita. Só fiquei na dúvida se a contratada ali em questão foi uma roteirista ou uma "colega de trabalho" do Silvio Santos. hehehehe. Espero que vc tenha feito realmente a opção certa, Renata. Eu não tenho dúvidas de que o coração pesou bastante na sua decisão. Confesso a vc que esse papo todo ainda me soa muito como "canto da sereia" - e como vc mesma disse na coluna, aquela sereia ali encanta até as pedras! Li no blog da Margareth Boury que a decisão não foi tão fácil como vc pareceu demonstrar na coluna; careceu até de um colinho, né? Mas já que fez a sua escolha, torço por vc. E pelo seu sucesso. Embora preferisse que vc tivesse ficado na Record, tenho certeza de que não existe ninguém melhor para tratar daquele precioso material da vovó Janete Clair do que vc. Aliás, espero também que não abandones os cursos para colaboradores em teledramaturgia! Um dia ainda quero ser o seu aluno niteroiense... E nem se afaste por tanto tempo do SEU blog.
ResponderExcluirBjos.
Sorry, Renata, onde escrevi "colegas de trabalho", leia-se "COLEGA DE AUDITÓRIO"...
ResponderExcluirMuito lírico. Folgo em saber que és uma moça distinta, de notável formação cristã! Não fosses, não te sentirias impura e suja apenas por descobrir o amor, o tesão, a loucura e a paixão...
ResponderExcluirNossa , que forte hein???
ResponderExcluirForte? Talvez. Eu diria intenso.
ResponderExcluirPois é, Renata, ... os adjetivos meio que pesados que você escolheu definem uma mulher liberta, que voa como garça e é dona de seus próprios contornos. A ave intensa por ser livre.
ResponderExcluirLindo poema.
Sou amigo da sua tia. Adoooro ela.
Um beijo,
Chico
Retratas a volúpia do amor inegável pelos que amam.
ResponderExcluirTens veia poética que esperamos ver cheia das cores de belos versos.
Toni Ferreira